
terça-feira, 27 de setembro de 2011
confiança

quinta-feira, 22 de setembro de 2011
vamos a eles
cabecinha, muita cabecinha, precisa-se. pode ser o jogo para o início da passagem do testemunho. sejam dignos da camisola que vestem.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
vamos lá ver
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
u naite
Tacuara está numa forma fantástica.
aquele golo não pode sofrer-se e os do Nolito não podem falhar-se.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
o ivo, o pinto e o araújo
o fcp foi mais forte no jogo de ontem e está forte. até aí, nada a dizer.
é estranho que nenhum jornal venha chamar a atenção para o facto de o senhor casas, de seu nome, ivo pinto, lateral direito da udl ter tido um dia mau. todos têm, mas quando se é agenciado pela onsoccer que é propriedade de um tal de araújo... pois, à falta de mergulhos, venha o araújo.
sábado, 27 de agosto de 2011
más que locura!
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Pablo César Aimar Giordano e Axel Witsel
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
ARTUR, ARTUR e ARTUR
já é o segundo remate à entrada da área consentido.
falta no segundo golo do twente.
boas perspectivas para a segunda mão mas ao twente ainda tem uma palavra a dizer até porque atacam que é uma coisa bruta.
o cabelo do Witsel é à jigador mas só aguentou uma parte.
o Aimar tem tanta classe que até dói!
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Viva o Benfica!
Agora que mais um campeonato vai começar, no qual desejo que o meu Benfica, o meu Glorioso, se comporte como a sua história o exige, e que seja principalmente Campeão, uma justa homenagem a um dos senhores da foto, de seu nome Rui Barbosa, meu pai, que infelizmente já não está entre nós mas que em tempos jogou no Vitória e durante uma época no Benfica (por enquanto só consegui arranjar esta foto dos tempos de Setúbal).
Foi ele o primeiro a transmitir-me o benfiquismo, infelizmente não durante muito tempo da minha adolescência. É a ele que terei sempre que agradecer esta paixão que sinto, pelo mais belo clube do Mundo.
Obrigado Pai, sempre foste um gajo com um gosto espectacular!
domingo, 7 de agosto de 2011
mas que grande segunda parte
Nolito é reforço. o golo é soberbo!
Witsel sabe o que anda a fazer.
não gostei de alguns dos comentários da Benfica TV.
sexta é a doer. na verdade, acho que as pré-épocas deveriam ter mais jogos com equipas portuguesas.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
os turcos e o Manto Sagrado!!
gosto muito do Aimar.
os turcos fartaram-se de dar pau!
agora, tarefa muito difícil nos playoff.
para que fique registado: não há nenhuma do vencedor da liga europa.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
roberto e ganhar car.....
hoje, como diria Paulo Jorge dos Santos Futre no dia da apresentação na Luz, "é ganhar car...."!
terça-feira, 19 de julho de 2011
pitólica
consigo compreender a atitude pela simples razão que o fato de grande gala deve ser usado em ocasiões muito especiais - ida à catedral, por exemplo, ou casamento - e nunca para beber café com os betinhos do sportém que por lá vagueiam. já não compreendo é que se compare o manto sagrado com chanatas. isso, meus amigos, é razão suficiente para se pedir a excomunhão do reitor. pelo menos, da nossa Religião: o Sport Lisboa e Benfica.
capelas
capel no sportém.
o que os dois pretendentes ao ceptro não fazem para se chegarem ao campeão em título que já conta nas suas fileiras com um tal de joão capela.
sábado, 9 de julho de 2011
Red Pass e euromilhões.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
ALA e o Senhor Águas (in visão)
O senhor Águas
Nunca admirei tanto um atleta como admirei José Águas. Para quê, portanto, ir ao futebol se ele já não se encontra no estádio?
| António Lobo Antunes 6:07 Quarta feira, 22 de Jun de 2011 | |
Há mais de trinta anos que não assisto a um jogo de futebol. Não conheço os estádios novos, vejo, às vezes, um bocadinho na televisão. Mas entre os dez e os vinte anos não falhava um jogo do Benfica. E não falhei enquanto Águas jogou. Claro que não era apenas Águas: era Costa Pereira, Germano, Ângelo, Simões, Eusébio, Cavém, o grande Mário Esteves Coluna que Otto Glória considerava o melhor jogador português, outros mais artistas que jogadores, como José Augusto, por exemplo, a todos estou grato pela beleza e a alegria que me deram, porém nunca admirei tanto um atleta como admirei José Águas. Para quê, portanto, ir ao futebol se ele já não se encontra no estádio? Era a elegância, a inteligência, a integridade, o talento, e ao pensar em escrever o meu desejo era ser o Águas da literatura. Vi Pelé, Didi, Nilton Santos, Puskas, Di Stefano, Santamaria, tantos outros génios, no tempo em que o futebol não era ainda uma indústria nem os jogadores funcionários competentes, comandados por esse horror a que chamam técnicos: era pura criação, uma actividade eufórica, uma magia cinzelada, uma nascente de prazer, uma inspiração, um entusiasmo. Águas foi tudo isso e, muito novo, ganhou o respeito dos colegas, dos adversários, dos jornalistas da época, que os havia de grande qualidade, Carlos Pinhão, Carlos Miranda, Aurélio Márcio, Homero Serpa, tantos outros. Não jogava futebol: criava futebol, respirava futebol, inventava futebol, e teria sido um privilégio para mim conhecê-lo. Não para falar com ele, para o ouvir. A sua beleza física invulgar distinguia-o de todos os outros, a forma de se mover em campo era única, a autoridade sobre os companheiros natural e humilde. Os miúdos que iam comigo à bola chamavam-lhe senhor Águas, sem sonharem que era desse modo que Simões e Eusébio o tratavam, como tratavam Coluna. Senhor Águas, senhor Coluna. Reconhecíamo-lo, do alto do terceiro anel, no estádio de então, onde, de tão longe, os jogadores minúsculos, pelo modo de correr, se deslocar no campo, passar, rematar, reconhecíamo-lo pelos seus golpes de cabeça, inimitáveis, pelo sentido da ocupação do espaço, pela simplificada geometria do seu futebol. Não tinha a garra de Ângelo ou Cavém, a força de Coluna, o gigantesco talento de Eusébio, o poder do drible de Simões, a velocidade de José Augusto: era uma espécie de rei sereno e eficaz, um aristocrata perfeito. Até a andar os olhos ficavam presos nele, na harmonia dos gestos, no modo de ajeitar bola, e eu, criança de dez anos ou adolescente de quinze, pensava tenho de trabalhar mais esta página, ainda não chego aos calcanhares de José Águas. Escrever como ele jogava, com a mesma subtileza e a mesma eficácia. Escrever como a equipa do Benfica, umas vezes à Ângelo, outras à Germano, outras à Coluna, e finalizar à Águas. Nunca deve ter ouvido falar em mim nem podia adivinhar que um garoto qualquer o tomava não apenas como mestre de futebol mas como mestre de escrita. Só, mais tarde, certos saxofonistas de jazz, Bird, Coltrane, Webster, Coleman, Hodges, alguns mais, tiveram, sobre o meu trabalho, influência semelhante. Mas Águas foi o meu primeiro e indisputado professor: escreve como ele joga, meu estúpido, aprende a escrever como ele jogava. Como morava em Benfica via-o, às vezes, no autocarro do clube e ficava, pasmado de admiração, a fitá-lo. Isto lembra-me o meu irmão Nuno chegando a casa de dedo no ar
- Toquei no Eusébio, toquei no Eusébio
como provavelmente, eu o faria, porque na infância e na adolescência o futebol era, para além de uma aprendizagem do mundo, um prazer infinito. A cor dos equipamentos
(o meu amigo Artur Semedo:
- Não sou um homem às riscas, sou homem de uma cor só)
a entrada em campo, o hino, tudo isto me exaltava e fazia feliz. E as vitórias, comemoradas em Benfica com bebedeiras eufóricas. Uma das minhas glórias secretas, confesso-o agora, consiste em ter visto a fotografia do meu pai no balneário do hóquei em patins do Benfica, de ele ter estado no Campeonato da Europa de 1936, em Estugarda, com vinte ou vinte e um anos, e de brincarmos com uma caixa de lata cheia de medalhas, a que o meu pai não dava importância alguma e eu considerava inestimáveis. Há pouco, a minha mãe
- O que faço eu a isto?
exibindo-me uma espécie de troféu ou de placas num estojo, que alguns anos antes de morrer a Federação de Patinagem lhe entregou, juntamente com outras antigas glórias, e que me recordo de o meu pai, que não saía, ir receber com satisfação secreta. Mas, claro, eu era só filho do Lobo Antunes, não era filho do Águas, e ainda sei medir as distâncias. Portanto, o que vou eu fazer a um campo de futebol se ele já não joga? Seguir os funcionários competentes de um negócio? Assistir ao bailado dos técnicos? Ver a fantasia substituída pela sofreguidão, a ambição pela avidez, o amor ao clube pela violência idiota? Claro que continuo a querer que o Benfica ganhe. Claro que sou, como em tudo o resto, parcial, sectário, por vezes sem bom senso algum. Mas há séculos que não sofro com as derrotas e, sobretudo, não choro lágrimas sinceras com elas: estou-me nas tintas. Contudo voltaria a trotar, radiante, para assistir à entrada em campo de Costa Pereira, Mário João, Germano, Ângelo, Cavém, Cruz, José Augusto, Eusébio, Águas, Coluna e Simões, a agradecer-lhes o facto de me terem, durante anos e anos, colorido a existência. E talvez no fim do jogo, postado junto ao autocarro, quando os jogadores saíssem do balneário, o senhor Águas me apertasse a mão.
terça-feira, 21 de junho de 2011
e a bomba maior estará para vir
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Nuno Gomes
nunca morri de amores pelo Nuno Gomes. marcou golos, é certo, foi decisivo algumas vezes, mas achava que faltava sempre qualquer coisa. com o passar do tempo passou a ser portador da mística que transmitiu aos mais novos. nunca lhe ouvimos uma má palavra por ter sido relegado para quarta opção. no ano passado fartou-se de marcar golos nas oportunidades (poucas) que teve. era um incómodo para o JJ e isso confirmou-se hoje.
continua o farta vilanagem no Benfica. por estas e por outras, acho que não vou renovar o cativo, que é como quem diz, não vou doar dinheiro a incompetentes.
quando o JJ for despedido e o Nuno Gomes estiver a marcar golos a norte, o LFV, que ainda ontem teve 77% dos votos na Assembleia Geral, irá a uma qualquer casa dizer que foi um erro.
siga para bingo.
ps - pode ser que o seu clube do coração, sportém, lhe dê condições para ainda poder brilhar.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
acabou-se
falta de capacidade de resposta e leitura de jogo.
jogadores que não sentem a camisola.
pavões que dirigem o nosso querido clube.
fartei-me e, por ora, estou a banhos. não me apanham mais por aqui.
parabéns aos competentes que ganharam e também ao assistente.

