quarta-feira, 7 de setembro de 2011

o ivo, o pinto e o araújo

no creo en brujas...
o fcp foi mais forte no jogo de ontem e está forte. até aí, nada a dizer.
é estranho que nenhum jornal venha chamar a atenção para o facto de o senhor casas, de seu nome, ivo pinto, lateral direito da udl ter tido um dia mau. todos têm, mas quando se é agenciado pela onsoccer que é propriedade de um tal de araújo... pois, à falta de mergulhos, venha o araújo.

sábado, 27 de agosto de 2011

más que locura!


“Sinto-me feliz por ter sido a minha camisola a que atigiu o valor mais elevado. Fico especialmente feliz pela pessoa que venceu esta camisola”, revelou aos microfones da Benfica TV.


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Pablo César Aimar Giordano e Axel Witsel

mas que grandes jogadores. muita classe em muitos momentos do jogo. gostei muito deste Benfica. aliás, gosto muito do Sport Lisboa e Benfica.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

ARTUR, ARTUR e ARTUR

muita classe do nosso "rrada" redes (como se dizia na rua do meu amigo Beca), permite-nos sonhar com a fase de grupos da champions.
já é o segundo remate à entrada da área consentido.
falta no segundo golo do twente.
boas perspectivas para a segunda mão mas ao twente ainda tem uma palavra a dizer até porque atacam que é uma coisa bruta.
o cabelo do Witsel é à jigador mas só aguentou uma parte.
o Aimar tem tanta classe que até dói!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Viva o Benfica!


Agora que mais um campeonato vai começar, no qual desejo que o meu Benfica, o meu Glorioso, se comporte como a sua história o exige, e que seja principalmente Campeão, uma justa homenagem a um dos senhores da foto, de seu nome Rui Barbosa, meu pai, que infelizmente já não está entre nós mas que em tempos jogou no Vitória e durante uma época no Benfica (por enquanto só consegui arranjar esta foto dos tempos de Setúbal).

Foi ele o primeiro a transmitir-me o benfiquismo, infelizmente não durante muito tempo da minha adolescência. É a ele que terei sempre que agradecer esta paixão que sinto, pelo mais belo clube do Mundo.

Obrigado Pai, sempre foste um gajo com um gosto espectacular!



domingo, 7 de agosto de 2011

mas que grande segunda parte

classe por todos os poros.
Nolito é reforço. o golo é soberbo!
Witsel sabe o que anda a fazer.
não gostei de alguns dos comentários da Benfica TV.
sexta é a doer. na verdade, acho que as pré-épocas deveriam ter mais jogos com equipas portuguesas.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

os turcos e o Manto Sagrado!!

gostei muito do Witsel, aliás, Axel.
gosto muito do Aimar.
os turcos fartaram-se de dar pau!
agora, tarefa muito difícil nos playoff.

noutro registo: em mais do que uma loja de desporto de Macau, temos o manto sagrado do Benfica no expositor principal. já comprei a minha e até sou capaz de perder a cabeça e comprar a alternativa (sim, numa das lojas, estão as duas em exposição) antes que esgote. como me confidenciou há pouco K, uma ou duas lojas preferiram a jersey de um clube inglês - chelsea - e de um outro espanhol - real madrid. mas, as restantes, têm-no, ao manto sagrado, na montra em lugar de destaque. é um orgulho muito grande!
para que fique registado: não há nenhuma do vencedor da liga europa.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

roberto e ganhar car.....

um dia destes conto a história verdadeira.

hoje, como diria Paulo Jorge dos Santos Futre no dia da apresentação na Luz, "é ganhar car...."!

terça-feira, 19 de julho de 2011

pitólica

o professor doutor emanuel antónio garcia braga da cruz, reitor da ucp, proibiu o uso do manto sagrado na instituição onde tirei o curso.
consigo compreender a atitude pela simples razão que o fato de grande gala deve ser usado em ocasiões muito especiais - ida à catedral, por exemplo, ou casamento - e nunca para beber café com os betinhos do sportém que por lá vagueiam. já não compreendo é que se compare o manto sagrado com chanatas. isso, meus amigos, é razão suficiente para se pedir a excomunhão do reitor. pelo menos, da nossa Religião: o Sport Lisboa e Benfica.

capelas

capdevilla no Benfica.
capel no sportém.
o que os dois pretendentes ao ceptro não fazem para se chegarem ao campeão em título que já conta nas suas fileiras com um tal de joão capela.

sábado, 9 de julho de 2011

Red Pass e euromilhões.

depois de ameaçar que não renovaria, não resisti a um telefonema em que me disseram: "Pedro, olha que hoje é o último dia para renovar o Red". referia-se a pessoa que me trouxe ao mundo ao "Red Pass", aquele cartão mágico que nos permite entrar nos jogos do Sport Lisboa e Benfica. bem sei que é, porventura, uma loucura pagar 375 euros por dois ou três jogos do Benfica ao longo de um época inteira. mas sou assim: há poucas coisas a que não resisto e o Benfica é a primeira delas. tanto assim é que se fosse o feliz conteplado com os 185 milhões do Benfica era rapazinho para comprar um camarote e até cobrir a cláusula de rescisão de um tal de radamel falcão. não fui, mas terça há mais.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

quinta-feira, 23 de junho de 2011

ALA e o Senhor Águas (in visão)

O senhor Águas

Nunca admirei tanto um atleta como admirei José Águas. Para quê, portanto, ir ao futebol se ele já não se encontra no estádio?

António Lobo Antunes
6:07 Quarta feira, 22 de Jun de 2011

Há mais de trinta anos que não assisto a um jogo de futebol. Não conheço os estádios novos, vejo, às vezes, um bocadinho na televisão. Mas entre os dez e os vinte anos não falhava um jogo do Benfica. E não falhei enquanto Águas jogou. Claro que não era apenas Águas: era Costa Pereira, Germano, Ângelo, Simões, Eusébio, Cavém, o grande Mário Esteves Coluna que Otto Glória considerava o melhor jogador português, outros mais artistas que jogadores, como José Augusto, por exemplo, a todos estou grato pela beleza e a alegria que me deram, porém nunca admirei tanto um atleta como admirei José Águas. Para quê, portanto, ir ao futebol se ele já não se encontra no estádio? Era a elegância, a inteligência, a integridade, o talento, e ao pensar em escrever o meu desejo era ser o Águas da literatura. Vi Pelé, Didi, Nilton Santos, Puskas, Di Stefano, Santamaria, tantos outros génios, no tempo em que o futebol não era ainda uma indústria nem os jogadores funcionários competentes, comandados por esse horror a que chamam técnicos: era pura criação, uma actividade eufórica, uma magia cinzelada, uma nascente de prazer, uma inspiração, um entusiasmo. Águas foi tudo isso e, muito novo, ganhou o respeito dos colegas, dos adversários, dos jornalistas da época, que os havia de grande qualidade, Carlos Pinhão, Carlos Miranda, Aurélio Márcio, Homero Serpa, tantos outros. Não jogava futebol: criava futebol, respirava futebol, inventava futebol, e teria sido um privilégio para mim conhecê-lo. Não para falar com ele, para o ouvir. A sua beleza física invulgar distinguia-o de todos os outros, a forma de se mover em campo era única, a autoridade sobre os companheiros natural e humilde. Os miúdos que iam comigo à bola chamavam-lhe senhor Águas, sem sonharem que era desse modo que Simões e Eusébio o tratavam, como tratavam Coluna. Senhor Águas, senhor Coluna. Reconhecíamo-lo, do alto do terceiro anel, no estádio de então, onde, de tão longe, os jogadores minúsculos, pelo modo de correr, se deslocar no campo, passar, rematar, reconhecíamo-lo pelos seus golpes de cabeça, inimitáveis, pelo sentido da ocupação do espaço, pela simplificada geometria do seu futebol. Não tinha a garra de Ângelo ou Cavém, a força de Coluna, o gigantesco talento de Eusébio, o poder do drible de Simões, a velocidade de José Augusto: era uma espécie de rei sereno e eficaz, um aristocrata perfeito. Até a andar os olhos ficavam presos nele, na harmonia dos gestos, no modo de ajeitar bola, e eu, criança de dez anos ou adolescente de quinze, pensava tenho de trabalhar mais esta página, ainda não chego aos calcanhares de José Águas. Escrever como ele jogava, com a mesma subtileza e a mesma eficácia. Escrever como a equipa do Benfica, umas vezes à Ângelo, outras à Germano, outras à Coluna, e finalizar à Águas. Nunca deve ter ouvido falar em mim nem podia adivinhar que um garoto qualquer o tomava não apenas como mestre de futebol mas como mestre de escrita. Só, mais tarde, certos saxofonistas de jazz, Bird, Coltrane, Webster, Coleman, Hodges, alguns mais, tiveram, sobre o meu trabalho, influência semelhante. Mas Águas foi o meu primeiro e indisputado professor: escreve como ele joga, meu estúpido, aprende a escrever como ele jogava. Como morava em Benfica via-o, às vezes, no autocarro do clube e ficava, pasmado de admiração, a fitá-lo. Isto lembra-me o meu irmão Nuno chegando a casa de dedo no ar

- Toquei no Eusébio, toquei no Eusébio

como provavelmente, eu o faria, porque na infância e na adolescência o futebol era, para além de uma aprendizagem do mundo, um prazer infinito. A cor dos equipamentos

(o meu amigo Artur Semedo:

- Não sou um homem às riscas, sou homem de uma cor só)

a entrada em campo, o hino, tudo isto me exaltava e fazia feliz. E as vitórias, comemoradas em Benfica com bebedeiras eufóricas. Uma das minhas glórias secretas, confesso-o agora, consiste em ter visto a fotografia do meu pai no balneário do hóquei em patins do Benfica, de ele ter estado no Campeonato da Europa de 1936, em Estugarda, com vinte ou vinte e um anos, e de brincarmos com uma caixa de lata cheia de medalhas, a que o meu pai não dava importância alguma e eu considerava inestimáveis. Há pouco, a minha mãe

- O que faço eu a isto?

exibindo-me uma espécie de troféu ou de placas num estojo, que alguns anos antes de morrer a Federação de Patinagem lhe entregou, juntamente com outras antigas glórias, e que me recordo de o meu pai, que não saía, ir receber com satisfação secreta. Mas, claro, eu era só filho do Lobo Antunes, não era filho do Águas, e ainda sei medir as distâncias. Portanto, o que vou eu fazer a um campo de futebol se ele já não joga? Seguir os funcionários competentes de um negócio? Assistir ao bailado dos técnicos? Ver a fantasia substituída pela sofreguidão, a ambição pela avidez, o amor ao clube pela violência idiota? Claro que continuo a querer que o Benfica ganhe. Claro que sou, como em tudo o resto, parcial, sectário, por vezes sem bom senso algum. Mas há séculos que não sofro com as derrotas e, sobretudo, não choro lágrimas sinceras com elas: estou-me nas tintas. Contudo voltaria a trotar, radiante, para assistir à entrada em campo de Costa Pereira, Mário João, Germano, Ângelo, Cavém, Cruz, José Augusto, Eusébio, Águas, Coluna e Simões, a agradecer-lhes o facto de me terem, durante anos e anos, colorido a existência. E talvez no fim do jogo, postado junto ao autocarro, quando os jogadores saíssem do balneário, o senhor Águas me apertasse a mão.

terça-feira, 21 de junho de 2011

e a bomba maior estará para vir

e se o próximo treinador do nosso rival fosse aquele que já é um mal-amado na Luz?

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Nuno Gomes

continua a incompetência.
nunca morri de amores pelo Nuno Gomes. marcou golos, é certo, foi decisivo algumas vezes, mas achava que faltava sempre qualquer coisa. com o passar do tempo passou a ser portador da mística que transmitiu aos mais novos. nunca lhe ouvimos uma má palavra por ter sido relegado para quarta opção. no ano passado fartou-se de marcar golos nas oportunidades (poucas) que teve. era um incómodo para o JJ e isso confirmou-se hoje.
continua o farta vilanagem no Benfica. por estas e por outras, acho que não vou renovar o cativo, que é como quem diz, não vou doar dinheiro a incompetentes.
quando o JJ for despedido e o Nuno Gomes estiver a marcar golos a norte, o LFV, que ainda ontem teve 77% dos votos na Assembleia Geral, irá a uma qualquer casa dizer que foi um erro.
siga para bingo.

ps - pode ser que o seu clube do coração, sportém, lhe dê condições para ainda poder brilhar.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

acabou-se

incompetência mais do que muita.
falta de capacidade de resposta e leitura de jogo.
jogadores que não sentem a camisola.
pavões que dirigem o nosso querido clube.
fartei-me e, por ora, estou a banhos. não me apanham mais por aqui.
parabéns aos competentes que ganharam e também ao assistente.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Jara parece a solução para o azar de Sálvio

gostei muito do golo do Jara e acho que pode fazer o lugar do Sálvio nos próximos compromissos importantíssimos que teremos pela frente. ele e o Carlos Martins que ontem apareceu numa forma tremenda. Sidnei, acorda, pá!
Aimar, é assim o campeonato português: golos limpos anulados e penalties descarados não assinalados. aprende e reclama menos que já não vale a pena. estava a ver que eras expulso, mas o grande Shéu ainda foi a tempo.
agora, vamos acreditar que é possível estar no Jamor.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

sofrimento a mais

entrámos bem na partida com algumas oportunidades para acabar com a eliminatória. depois, faltou discernimento, capacidade de luta e sabedoria, sobretudo quando o Sálvio se lesiona e toda a gente, menos a equipa técnica, percebe que não pode continuar. forçou e agora estará de fora de competições muito importantes. ressentimo-nos do primeiro golo, sofremos o segundo e só não sofremos o terceiro porque a bola bateu em Roberto, depois de um erro imperdoável do Maxi.
o grande golo do nosso Capitão apareceu no momento certo. na segunda parte entrámos como na primeira, mas com uma diferença, a eliminatória estava no papo. ainda deu para aparecer César Peixoto.
podemos passar à final. no entanto, o sofrimento de hoje deixa-me apreensivo. até lá, ainda há uma meia-final da Taça e uma final da Taça da Liga.
jogadores do Benfica e equipa técnica: não me façam sofrer mais como ontem.

ps i - notável o nosso próximo adversário nesta competição. será um osso duro de roer.
ps ii - o próximo adversário na meia-final da taça, já campeão e potencial finalista da liga europa está muito mas muito forte.

terça-feira, 12 de abril de 2011

verdade desportiva (para o sd)

será ter o xistra ou o olegário na meia-final da taça aprazada para o dia 20 de abril.
brujas?

segunda-feira, 11 de abril de 2011

podem parar de gozar com o Benfica?

vergonhoso mas expectável o que se passou na figueira da foz.