domingo, 7 de agosto de 2011

mas que grande segunda parte

classe por todos os poros.
Nolito é reforço. o golo é soberbo!
Witsel sabe o que anda a fazer.
não gostei de alguns dos comentários da Benfica TV.
sexta é a doer. na verdade, acho que as pré-épocas deveriam ter mais jogos com equipas portuguesas.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

os turcos e o Manto Sagrado!!

gostei muito do Witsel, aliás, Axel.
gosto muito do Aimar.
os turcos fartaram-se de dar pau!
agora, tarefa muito difícil nos playoff.

noutro registo: em mais do que uma loja de desporto de Macau, temos o manto sagrado do Benfica no expositor principal. já comprei a minha e até sou capaz de perder a cabeça e comprar a alternativa (sim, numa das lojas, estão as duas em exposição) antes que esgote. como me confidenciou há pouco K, uma ou duas lojas preferiram a jersey de um clube inglês - chelsea - e de um outro espanhol - real madrid. mas, as restantes, têm-no, ao manto sagrado, na montra em lugar de destaque. é um orgulho muito grande!
para que fique registado: não há nenhuma do vencedor da liga europa.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

roberto e ganhar car.....

um dia destes conto a história verdadeira.

hoje, como diria Paulo Jorge dos Santos Futre no dia da apresentação na Luz, "é ganhar car...."!

terça-feira, 19 de julho de 2011

pitólica

o professor doutor emanuel antónio garcia braga da cruz, reitor da ucp, proibiu o uso do manto sagrado na instituição onde tirei o curso.
consigo compreender a atitude pela simples razão que o fato de grande gala deve ser usado em ocasiões muito especiais - ida à catedral, por exemplo, ou casamento - e nunca para beber café com os betinhos do sportém que por lá vagueiam. já não compreendo é que se compare o manto sagrado com chanatas. isso, meus amigos, é razão suficiente para se pedir a excomunhão do reitor. pelo menos, da nossa Religião: o Sport Lisboa e Benfica.

capelas

capdevilla no Benfica.
capel no sportém.
o que os dois pretendentes ao ceptro não fazem para se chegarem ao campeão em título que já conta nas suas fileiras com um tal de joão capela.

sábado, 9 de julho de 2011

Red Pass e euromilhões.

depois de ameaçar que não renovaria, não resisti a um telefonema em que me disseram: "Pedro, olha que hoje é o último dia para renovar o Red". referia-se a pessoa que me trouxe ao mundo ao "Red Pass", aquele cartão mágico que nos permite entrar nos jogos do Sport Lisboa e Benfica. bem sei que é, porventura, uma loucura pagar 375 euros por dois ou três jogos do Benfica ao longo de um época inteira. mas sou assim: há poucas coisas a que não resisto e o Benfica é a primeira delas. tanto assim é que se fosse o feliz conteplado com os 185 milhões do Benfica era rapazinho para comprar um camarote e até cobrir a cláusula de rescisão de um tal de radamel falcão. não fui, mas terça há mais.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

quinta-feira, 23 de junho de 2011

ALA e o Senhor Águas (in visão)

O senhor Águas

Nunca admirei tanto um atleta como admirei José Águas. Para quê, portanto, ir ao futebol se ele já não se encontra no estádio?

António Lobo Antunes
6:07 Quarta feira, 22 de Jun de 2011

Há mais de trinta anos que não assisto a um jogo de futebol. Não conheço os estádios novos, vejo, às vezes, um bocadinho na televisão. Mas entre os dez e os vinte anos não falhava um jogo do Benfica. E não falhei enquanto Águas jogou. Claro que não era apenas Águas: era Costa Pereira, Germano, Ângelo, Simões, Eusébio, Cavém, o grande Mário Esteves Coluna que Otto Glória considerava o melhor jogador português, outros mais artistas que jogadores, como José Augusto, por exemplo, a todos estou grato pela beleza e a alegria que me deram, porém nunca admirei tanto um atleta como admirei José Águas. Para quê, portanto, ir ao futebol se ele já não se encontra no estádio? Era a elegância, a inteligência, a integridade, o talento, e ao pensar em escrever o meu desejo era ser o Águas da literatura. Vi Pelé, Didi, Nilton Santos, Puskas, Di Stefano, Santamaria, tantos outros génios, no tempo em que o futebol não era ainda uma indústria nem os jogadores funcionários competentes, comandados por esse horror a que chamam técnicos: era pura criação, uma actividade eufórica, uma magia cinzelada, uma nascente de prazer, uma inspiração, um entusiasmo. Águas foi tudo isso e, muito novo, ganhou o respeito dos colegas, dos adversários, dos jornalistas da época, que os havia de grande qualidade, Carlos Pinhão, Carlos Miranda, Aurélio Márcio, Homero Serpa, tantos outros. Não jogava futebol: criava futebol, respirava futebol, inventava futebol, e teria sido um privilégio para mim conhecê-lo. Não para falar com ele, para o ouvir. A sua beleza física invulgar distinguia-o de todos os outros, a forma de se mover em campo era única, a autoridade sobre os companheiros natural e humilde. Os miúdos que iam comigo à bola chamavam-lhe senhor Águas, sem sonharem que era desse modo que Simões e Eusébio o tratavam, como tratavam Coluna. Senhor Águas, senhor Coluna. Reconhecíamo-lo, do alto do terceiro anel, no estádio de então, onde, de tão longe, os jogadores minúsculos, pelo modo de correr, se deslocar no campo, passar, rematar, reconhecíamo-lo pelos seus golpes de cabeça, inimitáveis, pelo sentido da ocupação do espaço, pela simplificada geometria do seu futebol. Não tinha a garra de Ângelo ou Cavém, a força de Coluna, o gigantesco talento de Eusébio, o poder do drible de Simões, a velocidade de José Augusto: era uma espécie de rei sereno e eficaz, um aristocrata perfeito. Até a andar os olhos ficavam presos nele, na harmonia dos gestos, no modo de ajeitar bola, e eu, criança de dez anos ou adolescente de quinze, pensava tenho de trabalhar mais esta página, ainda não chego aos calcanhares de José Águas. Escrever como ele jogava, com a mesma subtileza e a mesma eficácia. Escrever como a equipa do Benfica, umas vezes à Ângelo, outras à Germano, outras à Coluna, e finalizar à Águas. Nunca deve ter ouvido falar em mim nem podia adivinhar que um garoto qualquer o tomava não apenas como mestre de futebol mas como mestre de escrita. Só, mais tarde, certos saxofonistas de jazz, Bird, Coltrane, Webster, Coleman, Hodges, alguns mais, tiveram, sobre o meu trabalho, influência semelhante. Mas Águas foi o meu primeiro e indisputado professor: escreve como ele joga, meu estúpido, aprende a escrever como ele jogava. Como morava em Benfica via-o, às vezes, no autocarro do clube e ficava, pasmado de admiração, a fitá-lo. Isto lembra-me o meu irmão Nuno chegando a casa de dedo no ar

- Toquei no Eusébio, toquei no Eusébio

como provavelmente, eu o faria, porque na infância e na adolescência o futebol era, para além de uma aprendizagem do mundo, um prazer infinito. A cor dos equipamentos

(o meu amigo Artur Semedo:

- Não sou um homem às riscas, sou homem de uma cor só)

a entrada em campo, o hino, tudo isto me exaltava e fazia feliz. E as vitórias, comemoradas em Benfica com bebedeiras eufóricas. Uma das minhas glórias secretas, confesso-o agora, consiste em ter visto a fotografia do meu pai no balneário do hóquei em patins do Benfica, de ele ter estado no Campeonato da Europa de 1936, em Estugarda, com vinte ou vinte e um anos, e de brincarmos com uma caixa de lata cheia de medalhas, a que o meu pai não dava importância alguma e eu considerava inestimáveis. Há pouco, a minha mãe

- O que faço eu a isto?

exibindo-me uma espécie de troféu ou de placas num estojo, que alguns anos antes de morrer a Federação de Patinagem lhe entregou, juntamente com outras antigas glórias, e que me recordo de o meu pai, que não saía, ir receber com satisfação secreta. Mas, claro, eu era só filho do Lobo Antunes, não era filho do Águas, e ainda sei medir as distâncias. Portanto, o que vou eu fazer a um campo de futebol se ele já não joga? Seguir os funcionários competentes de um negócio? Assistir ao bailado dos técnicos? Ver a fantasia substituída pela sofreguidão, a ambição pela avidez, o amor ao clube pela violência idiota? Claro que continuo a querer que o Benfica ganhe. Claro que sou, como em tudo o resto, parcial, sectário, por vezes sem bom senso algum. Mas há séculos que não sofro com as derrotas e, sobretudo, não choro lágrimas sinceras com elas: estou-me nas tintas. Contudo voltaria a trotar, radiante, para assistir à entrada em campo de Costa Pereira, Mário João, Germano, Ângelo, Cavém, Cruz, José Augusto, Eusébio, Águas, Coluna e Simões, a agradecer-lhes o facto de me terem, durante anos e anos, colorido a existência. E talvez no fim do jogo, postado junto ao autocarro, quando os jogadores saíssem do balneário, o senhor Águas me apertasse a mão.

terça-feira, 21 de junho de 2011

e a bomba maior estará para vir

e se o próximo treinador do nosso rival fosse aquele que já é um mal-amado na Luz?

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Nuno Gomes

continua a incompetência.
nunca morri de amores pelo Nuno Gomes. marcou golos, é certo, foi decisivo algumas vezes, mas achava que faltava sempre qualquer coisa. com o passar do tempo passou a ser portador da mística que transmitiu aos mais novos. nunca lhe ouvimos uma má palavra por ter sido relegado para quarta opção. no ano passado fartou-se de marcar golos nas oportunidades (poucas) que teve. era um incómodo para o JJ e isso confirmou-se hoje.
continua o farta vilanagem no Benfica. por estas e por outras, acho que não vou renovar o cativo, que é como quem diz, não vou doar dinheiro a incompetentes.
quando o JJ for despedido e o Nuno Gomes estiver a marcar golos a norte, o LFV, que ainda ontem teve 77% dos votos na Assembleia Geral, irá a uma qualquer casa dizer que foi um erro.
siga para bingo.

ps - pode ser que o seu clube do coração, sportém, lhe dê condições para ainda poder brilhar.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

acabou-se

incompetência mais do que muita.
falta de capacidade de resposta e leitura de jogo.
jogadores que não sentem a camisola.
pavões que dirigem o nosso querido clube.
fartei-me e, por ora, estou a banhos. não me apanham mais por aqui.
parabéns aos competentes que ganharam e também ao assistente.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Jara parece a solução para o azar de Sálvio

gostei muito do golo do Jara e acho que pode fazer o lugar do Sálvio nos próximos compromissos importantíssimos que teremos pela frente. ele e o Carlos Martins que ontem apareceu numa forma tremenda. Sidnei, acorda, pá!
Aimar, é assim o campeonato português: golos limpos anulados e penalties descarados não assinalados. aprende e reclama menos que já não vale a pena. estava a ver que eras expulso, mas o grande Shéu ainda foi a tempo.
agora, vamos acreditar que é possível estar no Jamor.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

sofrimento a mais

entrámos bem na partida com algumas oportunidades para acabar com a eliminatória. depois, faltou discernimento, capacidade de luta e sabedoria, sobretudo quando o Sálvio se lesiona e toda a gente, menos a equipa técnica, percebe que não pode continuar. forçou e agora estará de fora de competições muito importantes. ressentimo-nos do primeiro golo, sofremos o segundo e só não sofremos o terceiro porque a bola bateu em Roberto, depois de um erro imperdoável do Maxi.
o grande golo do nosso Capitão apareceu no momento certo. na segunda parte entrámos como na primeira, mas com uma diferença, a eliminatória estava no papo. ainda deu para aparecer César Peixoto.
podemos passar à final. no entanto, o sofrimento de hoje deixa-me apreensivo. até lá, ainda há uma meia-final da Taça e uma final da Taça da Liga.
jogadores do Benfica e equipa técnica: não me façam sofrer mais como ontem.

ps i - notável o nosso próximo adversário nesta competição. será um osso duro de roer.
ps ii - o próximo adversário na meia-final da taça, já campeão e potencial finalista da liga europa está muito mas muito forte.

terça-feira, 12 de abril de 2011

verdade desportiva (para o sd)

será ter o xistra ou o olegário na meia-final da taça aprazada para o dia 20 de abril.
brujas?

segunda-feira, 11 de abril de 2011

podem parar de gozar com o Benfica?

vergonhoso mas expectável o que se passou na figueira da foz.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

grande exibição com um senão

Benfica diabólico durante grande parte do prélio. Salvio, Saviola, Maxi e Coentrão em grande evidência. podemos chegar às meias. mas, para isso, Júlio César tem de ser titular. já chega de insistir. que fique um ano ao copo a aprender como se sai e volte para a época de 2012-13. fartei-me, e olhem que aguentei muito.
viva o Sport Lisboa e Benfica e, se lá forem, estarei em Dublin.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

os erros do costume e para a frente é que é caminho

foram muitos e para todos os gostos. desde o não termos um defesa direito que possa substituir condignamente o Maxi, um ponta-de-lança que possa substituir o Cardozo, o povoar o meio-campo de forma a secar o melhor sector do adversário, um Javi apático, um Airton que não é daquele filme, um Sidnei que demora a reagir e um Roberto que me tira do sério.
ah, e depois, uns dirigentes que não percebem a grandeza do nosso clube e fazem figuras tristes e mesquinhas. pior, descem ao nível daqueles que criticam e isso custa muito. só há um caminho, jogar o dobro ou triplo para que os pontos que nos sonegaram e que ofereceram ao adversário no início do campeonato não sejam perdidos. tivemos de tudo no passado domingo só nos faltou a sorte do jogo e, sobretudo, atitude e um guarda-redes que não falhe daquela forma.
adiante. hoje, e depois de alguns dias de ressaca, cá vamos nós para uma partida muito importante. temos boas hipóteses de estar na final de Dublin. eu quero estar lá, mas temos de ser humildes e lutar por todas as bolas. não vai ser fácil, mas é possível passar este psv que me deu dos maiores desgostos desportivos da minha vida no ano de 1988.
vamos a eles Benfica. raça, querer e ambição. será pedir muito?

sexta-feira, 1 de abril de 2011

nunca falou tão bem

há poucos minutos, avb, que afinal fala a verdade: "Não há qualquer título atribuído. Sempre transmiti essa mensagem. O Benfica sempre teve essa esperança de ser bicampeão nacional mas nós queremos manter o nosso sonho: tentar roubar o título ao campeão nacional".
dicionário porto editora:
roubar
verbo transitivo
1. apropriar-se do alheio furtivamente ou com violência; furtar
2. raptar
3. figurado privar de
4. figurado arrebatar
verbo intransitivo
1. cometer fraude
2. apresentar como seu aquilo que se copiou de obras alheias; plagiar
verbo pronominal
esquivar-se
(Do germ. *raubon, «saquear», pelo lat. vulg. raubáre, «id.»)

mas o roubo já aconteceu há alguns meses.

quinta-feira, 31 de março de 2011

pergunta

quantos jogadores do nosso adversário irão encostar-se ao duarte gomes no domingo?

sexta-feira, 25 de março de 2011

gosto muito do gajo

e até de um outro que está na mesa ao lado do "grande homem". por isso abstenho-me de comentar.