quarta-feira, 28 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
o polvo decidiu
o dossier guardião continua a encher as medidas dos jornais desportivos. entrementes, no que interessa, vamos ganhando e marcando golos.
muito sinceramente, acho que uma bola laranja que ainda por cima é aquela coisa que se sabe (basta ir a uma loja de desporto e pegar numa) não ajuda. mas o amigo Roberto ou se cuida ou é mais um guardaneta queimado...
sem querer comparar aqui há uns anos estava eu com o Becas a passar férias nos algarves (acho que em lagos) e o Benfica jogou com o porto para a supertaça - aquele jogo que ficou célebre por um tal de pratas ter andado a correr à frente de jogadores do porto, adiante!.
Ora, nesse mesmo jogo, penso que uns Benfiquistas, depois de uma saída em falso do nosso Michel, gritaram às bandeiras despregadas "é um escândalo terem ido contratar um guarda-redes destes!".
sem escamotear que estou preocupado, acho que quem faz isto
merece, pelo menos, o benefício da dúvida.
tri-campeões do torneio de guimarães!
entretanto, para o ceptro, já está decidido.
esqueceram-se foi de pôr o emblema do segundo classificado.
sem querer comparar aqui há uns anos estava eu com o Becas a passar férias nos algarves (acho que em lagos) e o Benfica jogou com o porto para a supertaça - aquele jogo que ficou célebre por um tal de pratas ter andado a correr à frente de jogadores do porto, adiante!.
Ora, nesse mesmo jogo, penso que uns Benfiquistas, depois de uma saída em falso do nosso Michel, gritaram às bandeiras despregadas "é um escândalo terem ido contratar um guarda-redes destes!".
sem escamotear que estou preocupado, acho que quem faz isto
tri-campeões do torneio de guimarães!
entretanto, para o ceptro, já está decidido.
esqueceram-se foi de pôr o emblema do segundo classificado.segunda-feira, 12 de julho de 2010
mau ensaio
excelente estreia.
ainda não percebi como é que o Roberto sofreu o golo mas, apesar de ter criticado os valores da sua transferência e de achar que há por ali um vírus bossiano que espero que seja rapidamente debelado, temos de acreditar nele e na nossa equipa técnica.
ontem à noite ganhou a Espanha. uma equipa e um País. uma forma diferente de estar na vida. mas não será por isso que não me alegro de ser português, ainda que não escondo, tenha uma ponta de orgulho dos meus avós paternos terem nascido em Espanha e de ter por lá parentes!
ontem à noite ganhou a Espanha. uma equipa e um País. uma forma diferente de estar na vida. mas não será por isso que não me alegro de ser português, ainda que não escondo, tenha uma ponta de orgulho dos meus avós paternos terem nascido em Espanha e de ter por lá parentes!
terça-feira, 6 de julho de 2010
notas do defeso e da pré-época
depois de alguns dias em território sul-africano a acompanhar de longe o que se ía passando no Benfica, estou de volta com algumas notas:
1. Roberto, terceiro guardião do atlético de madrid custou 8.5 milhões de euros... bem, o eduardo é bem mais barato e, pelo que mostrou na AS, pode ser solução;
2. quem ganhou comissões desta vez?
3. não se abate a parte do passe do simão que ainda não foi paga?
4. o outros reforços já são os maiores e já fazem lembrar di maria (muito apagado no mundial) e o diabo a sete, número daquele no mundial;
5. melhoras rápidas para o Quim;
6. o que aconteceu ao Mantorras? foi despedido? rescindiu?
7. a história dos 12 ou 14 milhões pelo Roberto oferecidos por um clube inglês significa apenas que o nosso departamento de comunicação está a funcionar bem.
outras notas fora do Benfica e sobre clubes que lutaram pela ida à liga europa: então o sportém deixa-se encornar desta forma pelo fcp na história do matadinho e ainda vem falar em fruta podre? nada como uma fruta podre ir para o clube da fruta e dos chocolates.
dia 10, finalmente, teremos Benfica!
1. Roberto, terceiro guardião do atlético de madrid custou 8.5 milhões de euros... bem, o eduardo é bem mais barato e, pelo que mostrou na AS, pode ser solução;
2. quem ganhou comissões desta vez?
3. não se abate a parte do passe do simão que ainda não foi paga?
4. o outros reforços já são os maiores e já fazem lembrar di maria (muito apagado no mundial) e o diabo a sete, número daquele no mundial;
5. melhoras rápidas para o Quim;
6. o que aconteceu ao Mantorras? foi despedido? rescindiu?
7. a história dos 12 ou 14 milhões pelo Roberto oferecidos por um clube inglês significa apenas que o nosso departamento de comunicação está a funcionar bem.
outras notas fora do Benfica e sobre clubes que lutaram pela ida à liga europa: então o sportém deixa-se encornar desta forma pelo fcp na história do matadinho e ainda vem falar em fruta podre? nada como uma fruta podre ir para o clube da fruta e dos chocolates.
dia 10, finalmente, teremos Benfica!
exposição mediática à escala mundial!
depois disto, onde se destaca sem qualquer dúvida o adereço na cachimónia, e uma nota para o facto de se me tivessem feito mais alguma pergunta diria que com JJ ganharíamos por 4 a nuestros hermanos, eis que dois dos escribas aqui do estaminé resolvem abrir o livro, juntamente com mais um dos aventureiros, da aventura mundialista que experimentaram na áfrica do sul ao jornal ponto final, na sua edição de hoje. (para verem as fotos terão de assinar anualmente o prestigiado diário!)
"Há vuvuzelas em Macau
by pontofinalmacau
by pontofinalmacau
Frederico Rato, Victor Castro e Pedro Cortés regressaram há dias do Mundial. Seguiram a selecção portuguesa, conheceram o país e até trouxeram vuvuzelas autênticas para a RAEM.
Hélder Beja
helderbeja.pontofinal@gmail.com
“Eles não paravam, mas eu levei os meus auscultadores”, anuncia Frederico Rato sobre o som das vuvuzelas e o modo que encontrou de escapar parcialmente à espécie de corneta sul-africana que invadiu os estádios do Mundial de futebol. As fotos que publicamos comprovam-no, e os que não paravam de “vuvuzelar”, verbo que pegou, eram milhares de adeptos a que se juntavam Victor Castro e Pedro Cortés, também advogados em Macau. “Tornava-se, além de ensurdecedor, um bocado irritante. Ou melhor, para quem estava a vuvuzelar não era, porque nem sequer nos apercebíamos. Para quem não estava, era desagradável”, ri-se Victor Castro. E também Cortés aponta as vuvuzelas como a imagem forte dos estádios sul-africanos. “A grande e maior diferença era aquele som, que não parava durante o jogo. Não que nós não tivéssemos participado activamente na vuvuzelada, e ainda trouxemos algumas”, admite.
Começamos pelo pormenor da vuvuzela nesta história de três adeptos que decidiram partir de Macau para seguir a equipa portuguesa no continente africano porque são esses, os detalhes, que enriquecem as experiências e as viagens. “Esta é a continuação de uma tradição que começou com o Mundial da Coreia do Sul. Ir a primeira vez produz habituação, de maneira que acabámos por nos tornar uns ‘frequent goers’, começámos a ir aos campeonatos da Europa também, fomos ao campeonato do Mundo na Alemanha e agora ao da África do Sul”, prossegue Frederico Rato. Pedro Cortés principiou ainda mais cedo, no França 98: “Vivia em Paris na altura e a partir daí fiquei com o bichinho de ir às competições todas. Gosto de futebol, sobretudo do Benfica, mas as partes culturais do campeonato do Mundo são até mais importantes que os jogos”.
Rota do futebol e dos vinhos
A viagem começou a 4 de Junho e, antes da África do Sul, o trio que reunimos à mesa em Macau esteve uma semana em Moçambique, recebendo a companhia de João Rato, filho de Frederico, vindo de Lisboa. “Seguimos basicamente o trajecto da selecção. Fomos para Port Elizabeth, depois para a Cidade do Cabo, para Durban e para a Cidade do Cabo novamente. Já não tive oportunidade, ou foi mais a felicidade, de não ter de assistir ao vivo à derrota de Portugal com a Espanha”, conta Victor Castro, que entretanto se separou dos companheiros de viagem para visitar família.
De carro alugado e nenhuns problemas de segurança, estes portugueses com bilhetes ‘Follow My Team’, que lhes permitiam avançar pelo país conforme Portugal desenvolvia na prova, aproveitaram para conhecer outras riquezas sul-africanas, como os vinhos. “Tal como tínhamos feito na Suíça, essa parte de conhecer neste caso os vinhos sul-africanos é aquela em que ponho mais valor. Claro que a interacção com pessoas de outras culturas é importante, mas aproveitar o facto de estarmos num outro país e perceber o que realmente lá se passa é a verdadeira expedição ao Mundial”, assegura Cortés.
A Garden Route, uma das viagens mais populares na África do Sul, feita na província de Western Cape e que tem como centro a Cidade do Cabo, foi o percurso escolhido pelos seguidores das Quinas. Perigos, nem vê-los. “Estávamos até demasiado sensibilizados para a questão da segurança, mas surpreendentemente tudo correu bem. Notava-se o controlo pelo número de polícias presentes, mas andámos na rua a qualquer hora, sem problemas. Acho que se esmeraram para criar boas condições de segurança”, considera Rato.
De carro, viajaram “uns milhares de quilómetros”. E, em tom de brincadeira, o advogado vai dizendo que o único problema de segurança rodoviária que enfrentaram foi a própria condução. “A determinada altura fazíamos doze provas de vinho por dia e, no fim, o carro já se atravessava”, brinca Rato.
Por onde passaram encontraram sempre “os portugueses da África do Sul muito envolvidos pelo facto de a selecção estar presente”, refere Victor Castro. “Não sei se muito crentes na equipa, mas pelo menos muito envolvidos. Foi bom para nós, porque a alegria era maior. Temos de facto muitos emigrantes e isso ajudou”, refere.
Para Castro, o Mundial foi também o regresso à África do Sul, onde tem família, e a Moçambique, onde nasceu. “No meu caso particular era um bocadinho mais sentimental, porque tenho amigos em Moçambique, família na África do Sul. Foi mais agradável do que se tivesse sido noutro sítio qualquer, isso sem dúvida.”
Antes e depois do jogo
Frederico Rato considera que “estas viagens têm duas grandes componentes”. Uma é a “lúdico-folclórica”, composta “pelo jogo em si e pela festa, que normalmente bate o futebol”. Para o adepto, “é extraordinário ver como é que as pessoas reagem, a facilidade de relacionamento que se estabelece de imediato”. A outra vertente “é a político-cultural, é ver como é que o país funciona e que tipo de atractivos tem, em relação à arte, à cultura”. O grupo fez “uma digressão cultural” na Cidade do Cabo, “provavelmente a cidade mais culta da África do Sul”, e ficou surpreendido com “o nível de criação cultural”.
Do ponto de vista da harmonia do país, Rato também veio bem impressionado. “Pensei que a integração ainda fosse incipiente. Ainda há diferenças… a classe rica é a classe branca e a classe pobre é a classe negra, só que já há a formação de uma pequena e média burguesia negras que vão ascendendo ao poder e matizando as instituições. Pensei que o processo estivesse mais atrasado mas não está, e o milagre chama-se Mandela e democracia”, atira.
A Cidade do Cabo foi mesmo a favorita de todos, apesar de, como lembra Frederico Rato, o Cabo da Boa Esperança se ter transformado em Cabo das Tormentas outra vez, no jogo com os espanhóis. Para falar de bola, prefere passar a palavra “aos especialistas” que o ladeiam. Pedro Cortés começa por dizer que a prestação dos seleccionados de Queiroz “foi natural e dentro das expectativas, se calhar até a superar um bocadinho”. “Achava que Portugal ia ficar logo na primeira fase, que não ia passar a Costa do Marfim, que tem realmente uma equipa boa. Depois acontece aquele resultado estranho que é ganhar 7-0 à Coreia do Norte e aí ficámos praticamente apurados”, continua.
O pior foi com Espanha, quando Carlos Queiroz “não teve uma boa leitura do jogo e no momento em que tira o Hugo Almeida e mete o Danny, acaba com a equipa”, considera. “Os jogadores sentiram que iam defender o resultado, ou que não iam jogar para ganhar. Espanha deu-nos baile de bola na segunda parte.”
Victor Castro achou sempre “que Portugal passaria a primeira fase”. Enquanto lembra que “não é vergonha perder com Espanha nos oitavos” e que “era um resultado expectável”, aponta o grande problema luso: “O que fica é a falta de ambição do treinador, alguns equívocos, e depois a parte final. O treinador esteve para mostrar serviço, as coisas não correram bem, principalmente porque Portugal não jogou bom futebol, e não se responsabiliza. Queiroz devia responsabilizar-se e demitir-se”.
O treinador de bancada está em todos nós e também Frederico Rato não se escusa a um comentário. Considera que “o treinador é um condutor de homens, e não conseguiu incutir um espírito vencedor àquele time”. “Ficou-se por aquele sentimento tão português de ‘ah, vamos para a fase seguinte e já não é mau’, é a felicidade na mediania. Essa falta de ambição é o defeito principal da equipa. Os romanos já diziam que a sorte protege os audazes, e nós não fomos audazes”, sentencia o advogado.
Durante as partidas, em “estádios com condições excelentes”, refere Cortés, as más exibições podiam compensar-se com a festa e umas quantas cervejas com álcool. “Essa é outra grande diferença para os estádios europeus”, nota. “É um pormenor interessante, porque não houve receio nenhum de se vender a cerveja com álcool. Ali, em garrafas de plástico, bebia-se sem perturbação e não houve um único incidente”, completa Frederico Rato. O único problema eram as filas para conseguir o precioso líquido, que obrigavam a perder parte dos jogos. “Eu diria até alguns golos”, brinca Victor Castro.
Quando soa o apito final e Portugal é eliminado da prova, a coisa muda de figura. “No dia da derrota é tentar ir mais rapidamente possível para fora daquilo. Já tínhamos marcado voo para o dia seguinte ao jogo, tal como em 2008. Mas a sensação que uma pessoa tem é ‘porque é que não marquei o voo para me ir embora ainda hoje?’”, diz Pedro Cortés. “Se tivesse pensado que Portugal ia perder tinha marcado um voo nocturno para estar imediatamente fora daquilo.” E Frederico Rato ajuda: “É como os espanhóis a fugirem de Aljubarrota”.
Se Portugal tivesse seguido em prova, Cortés e restantes aficionados provavelmente ainda por lá estariam. Nunca tiveram qualquer problema para alterar voos ou reservar hotel em cima da hora. Não estão, regressaram à RAEM, mas o advogado desdramatiza, assegurando que “não é uma tristeza assim muito grande” e que “o Benfica perder um jogo da pré-época é bem pior”.
De malas aviadas
Conhecer adeptos de todo o mundo e, por assim dizer, vê-los em acção, é apanágio deste tipo de provas. E aqui Pedro Cortés não tem dúvidas: “Os melhores adeptos continuam a ser os ingleses, aqueles que não param do princípio ao fim, que têm uma cultura diferente de ver a bola. Depois disso, acho que os portugueses não estiveram nada mal”. Frederico Rato prefere “tirar o chapéu” aos sul-africanos. “Dentro e fora do estádio, foram apoiantes de coração da sua equipa, houve uma união nacional surpreendente em função da equipa nacional. Os brancos das classes mais abastadas andavam de boné, de vuvuzela e com o revestimento dos espelhos retrovisores dos automóveis de luxo com bandeiras do país”. “Mesmo nos nossos jogos, os adeptos sempre estiveram presentes, os estádios cheios”, acrescenta Victor Castro, deixando ainda “uma nota de destaque” para o árbitro português Olegário Benquerença, “que tem estado muito bem, ao contrário do que toda a gente esperaria”.
Quanto a prognósticos, Castro – que desde que se estreou nestas andanças de campeonatos em 2008 nunca viu Portugal perder (falhou sempre os jogos da eliminação) – sabe que a grande candidata à vitória do Mundial 2010 é a Alemanha, mas está pelos holandeses. “Acho que a Alemanha é favorita, ainda que deseje que a Holanda ganhe o campeonato. Gostaria de uma final Alemanha-Holanda, e que a Holanda desta vez vingue a derrota de 1974″, quando perdeu por 2-1 no derradeiro jogo do torneio disputado em solo germânico.
Todos concordam quanto ao favoritismo da ‘Mannschaft’ e também em fazer valer a tradição de acompanhar próximos Mundiais e Europeus. “Já temos a mala preparada para a Polónia e Ucrânia [Euro 2012] e a seguir para o Brasil [Mundial 2014]“, anuncia Frederico Rato. “Em relação à Polónia e Ucrânia, o treinador vai ser o Manuel José”, diz com grande certeza. “E no Brasil vai ser o Fernando Santos.” Castro julga que não e que em 2014, na terra do samba, já será o esperado José Mourinho. “Até lá ele ganha tudo e dedica-se à selecção.” Com ou sem vuvuzelas por perto."
sexta-feira, 4 de junho de 2010
expedição
pois é, como não consigo viver sem futebol e gosto de estar presente nos grandes certames do desporto mundial, nomeadamente nos do desporto-rei, aqui vou eu em expedição às Áfricas.
ao contrário de eventos anteriores, neste não tenho nenhuma esperança num bom resultado de Portugal e o que mais me atrai é a possibilidade de, pela primeira vez, ir ao continente africano. não que não tenha já estado, mas Ceuta é assim a mesma coisa que dizer que se foi ao reino unido só por se ter ido comprar uns caramelos a gibraltar ou a espanha depois de uma visita curta a ayamonte.
é o meu quarto mundial, depois de ter estado em 1998, 2002 e 2006, aqui vou para a festa dos povos.
podem seguir a expedição aqui.
até breve o que será o mesmo que até dia 28 de junho (Portugal dificilmente passa da primeira fase) ou até depois dessa data, no caso de haver uma surpresa e o cr2010 não passe o tempo a apertar os atacadores para as televisões.
ao contrário de eventos anteriores, neste não tenho nenhuma esperança num bom resultado de Portugal e o que mais me atrai é a possibilidade de, pela primeira vez, ir ao continente africano. não que não tenha já estado, mas Ceuta é assim a mesma coisa que dizer que se foi ao reino unido só por se ter ido comprar uns caramelos a gibraltar ou a espanha depois de uma visita curta a ayamonte.
é o meu quarto mundial, depois de ter estado em 1998, 2002 e 2006, aqui vou para a festa dos povos.
podem seguir a expedição aqui.
até breve o que será o mesmo que até dia 28 de junho (Portugal dificilmente passa da primeira fase) ou até depois dessa data, no caso de haver uma surpresa e o cr2010 não passe o tempo a apertar os atacadores para as televisões.
terça-feira, 18 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
análise da época e o que precisamos para o ano
agora que já passou mais de uma semana, os festejos já pararam (excepto quando dou por mim diariamente a gritar SLB, SLB, Glorioso SLB ou outras das canções que nos acompanharam ou quando no canal 35 está a repetir o Benfica-Rio Ave e ainda me arrepio) e estou a regressar à normalidade - haverá isso com quase dois meses sem Benfica a sério? - é a altura de fazer um balanço.
fui dos que desconfiou de Jesus. o S. Tomé também e é Santo!
não acreditei nas suas capacidades, sem que isso signifique que não as reconhecesse. nem que fosse pelo facto de o meu amigo Becas, treinador encartado, que é o que mais percebe de bola - quando não se arma em faccioso azul - sempre me ter dito que estava na altura de dar uma oportunidade ao Jorge Jesus.
foi dada e o homem agarrou-a com unhas e dentes. claro que teve reforços de peso. Javi, Ramires e Saviola, sem esquecer o Coentrão, vieram dar mais classe à equipa.
os números falam por si. conseguimos contar pelos dedos de uma mão com 7 dedos os desaires na liga Sagres.
duas derrotas, uma delas polémica, mostram bem o que foi o Benfas este ano. Rolo Compressor, futebol asfixiante enquanto houve pernas. muita classe e esforço para alcançar um objectivo. não me lembro de nenhum Benfica assim, com excepção talvez da primeira passagem do homem do panamá da macieira já lá vão quase 30 anos.
o que precisamos para a próxima época?
um guarda-redes de nível internacional. afinal de contas somos tão bons que há duas épocas dispensámos o número um da selecção alemã que é uma das favoritas para vencer o mundial.
um defesa esquerdo que passe menos tempo que o Peixoto no estaleiro. talvez um central de grande categoria para fazer face à saída do David Luiz. e um número 10 como deve ser. se Cardozo sair, até podemos ir buscar um avançado. de resto, mexeria muito pouco no plantel.
claro que se queremos ir longe na Europa, temos de reforçar cirurgicamente e evitar que as principais peças rumem a outras paragens.
agora que já estamos em pré-defeso e apenas os dois jogos amigáveis nos EUA e Canadá farão as delícias dos emigrantes, deixo-vos com um VIVA O BENFICA igual ao que foi gritado no Restaurante "O Santos" na passada sexta-feira. teve direito a faixa e tudo!
para o ano, se Jesus quiser, seremos bi-campeões.

não acreditei nas suas capacidades, sem que isso signifique que não as reconhecesse. nem que fosse pelo facto de o meu amigo Becas, treinador encartado, que é o que mais percebe de bola - quando não se arma em faccioso azul - sempre me ter dito que estava na altura de dar uma oportunidade ao Jorge Jesus.
foi dada e o homem agarrou-a com unhas e dentes. claro que teve reforços de peso. Javi, Ramires e Saviola, sem esquecer o Coentrão, vieram dar mais classe à equipa.
os números falam por si. conseguimos contar pelos dedos de uma mão com 7 dedos os desaires na liga Sagres.
duas derrotas, uma delas polémica, mostram bem o que foi o Benfas este ano. Rolo Compressor, futebol asfixiante enquanto houve pernas. muita classe e esforço para alcançar um objectivo. não me lembro de nenhum Benfica assim, com excepção talvez da primeira passagem do homem do panamá da macieira já lá vão quase 30 anos.
o que precisamos para a próxima época?
um guarda-redes de nível internacional. afinal de contas somos tão bons que há duas épocas dispensámos o número um da selecção alemã que é uma das favoritas para vencer o mundial.
um defesa esquerdo que passe menos tempo que o Peixoto no estaleiro. talvez um central de grande categoria para fazer face à saída do David Luiz. e um número 10 como deve ser. se Cardozo sair, até podemos ir buscar um avançado. de resto, mexeria muito pouco no plantel.
claro que se queremos ir longe na Europa, temos de reforçar cirurgicamente e evitar que as principais peças rumem a outras paragens.
agora que já estamos em pré-defeso e apenas os dois jogos amigáveis nos EUA e Canadá farão as delícias dos emigrantes, deixo-vos com um VIVA O BENFICA igual ao que foi gritado no Restaurante "O Santos" na passada sexta-feira. teve direito a faixa e tudo!
para o ano, se Jesus quiser, seremos bi-campeões.

quinta-feira, 13 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
CAMPEÕES!!


1: Agora sim (ao contrário de 2005) se sente que o MONSTRO acordou! SOMOS ENORMES!
2: Ontem no Estádio nem um único cântico que não fosse para apoiar o Glorioso! SOMOS ENORMES!
3: Ui.. e o Marquês? SOMOS ENORMES!!
4: Mais pontos, melhor ataque, melhor defesa, melhor marcador, mais assistências, melhor futebol praticado, melhor(es) jogador(es) do campeonato. SOMOS ENORMES!
5: Título de Campeão mais justo dos últimos (muitos) anos. SOMOS ENORMES!
6: Festa em Macau, Cabo Verde, Angola, Moçambique, Paris, Suiça, Lisboa, Faro, Coimbra, Abrantes, Castelo Branco, Évora, Porto, Braga, etc.. etc.. (embora aqueles que são muito pequeninos mostrem mais uma vez a sua imbecilidade) SOMOS ENORMES!
domingo, 9 de maio de 2010
vitórias mais importantes
tal como há uns meses falei numa notícia má, hoje o dia é para uma notícia boa!
isso, sim, são vitórias importantes. o resto, é relativo.
resposta no lado direito do blogue.
isso, sim, são vitórias importantes. o resto, é relativo.
resposta no lado direito do blogue.
sábado, 8 de maio de 2010
não venhas tarde
dizes-me tu com carinho, sem nunca fazer alarde, do que me dizes baixinho...
bem, companheiros, se não formos, é porque não merecemos.
deixo-vos com o que disse o Becas: tu já te esqueceste da temporada que fizeram? é isso mesmo. somos e merecemos ser os primeiros.
palavra de JJ, graças ao Pai!
bem, companheiros, se não formos, é porque não merecemos.
deixo-vos com o que disse o Becas: tu já te esqueceste da temporada que fizeram? é isso mesmo. somos e merecemos ser os primeiros.
palavra de JJ, graças ao Pai!
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Tinha uma vergonha de morte de apoiar aquele clube..
Concordando a 100 % com o que foi dito aqui e que o Pedro F. Ferreira colocou na Tertúlia, sublinho que efectivamente a actos de vandalismo já assisti em todo o lado, de adeptos de todos os clubes. Situações que vão efervescendo e que infelizmente acabam mal. O que aconteceu no último fim de semana foi muito pior que isso e apesar de não me surpreender vindo de quem vem, assusta-me e ao mesmo tempo revolta-me de uma maneira que ninguém imagina. Como vivi no Porto mais de dois anos sei do que muitos deles são capazes. Mesmo muitos dos adeptos que dizem que são contra, já os vi, em situações destas ou parecidas acabar por, na conversa de café, esboçar um sorriso e algum orgulho no que os energúmenos do seu clube fizeram. Como costumo dizer em algumas situações aqui pela Ásia... Não sabem melhor.. Criaram o seu clube com as raízes bem fundadas no ódio ao Sul, ao Benfica e ao que ele representa. Quando um clube de futebol sustenta a maior parte do seu ser nisto, pouco há a fazer. O desporto não é isto. Mas eles quiseram que fosse.
Por isso digo. Tinha uma vergonha de morte de apoiar aquele clube.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
que las hay, hay! e até já acredito nelas
agora mais a frio depois de uma hora de revolta interior em frente ao computador a tentar trabalhar, revolta que ainda não acabou:
não. não vou a Lisboa. infelizmente a viagem é cara. mas não é só e sobretudo isso. é mais do que isso. é saber que tudo isto é uma farsa. que são uns provocadores. que querem ganhar fora do campo.
se não, vejamos:
este ano perdemos pontos em 6 jogos. só num deles - o deste fim-de-semana - não esteve este cara de fuínha ou o seu consócio e amigo soares dias. o mesmo que marcou um penalty igual ao Marinho no meu colégio num jogo da liga sagres 7 minutos depois da hora na pedreira. calabote? vão meter-se num cacto!
estão a acender o rastilho. como já li hoje, ainda que escrito com ironia, domingo ou há uma grande festa ou há uma tragédia. depois venham dizer que os culpados são os adeptos ou os membros das claques.
está mais do que visto que o dinheiro da britalar anda a correr a rodos. se têm dinheiro para pagar as viagens dos adeptos e para jogos à la borliu, claro que o têm - e muito - para pagar - e bem - a quem escolhe os árbitros, a quem arbitra e a quem joga contra eles.
somos melhores, mas isso não basta!
que o Becas me perdoe, mas que las hay, hay! e até já acredito nelas.
CARREGA BENFICA!
não. não vou a Lisboa. infelizmente a viagem é cara. mas não é só e sobretudo isso. é mais do que isso. é saber que tudo isto é uma farsa. que são uns provocadores. que querem ganhar fora do campo.
se não, vejamos:
este ano perdemos pontos em 6 jogos. só num deles - o deste fim-de-semana - não esteve este cara de fuínha ou o seu consócio e amigo soares dias. o mesmo que marcou um penalty igual ao Marinho no meu colégio num jogo da liga sagres 7 minutos depois da hora na pedreira. calabote? vão meter-se num cacto!
estão a acender o rastilho. como já li hoje, ainda que escrito com ironia, domingo ou há uma grande festa ou há uma tragédia. depois venham dizer que os culpados são os adeptos ou os membros das claques.
está mais do que visto que o dinheiro da britalar anda a correr a rodos. se têm dinheiro para pagar as viagens dos adeptos e para jogos à la borliu, claro que o têm - e muito - para pagar - e bem - a quem escolhe os árbitros, a quem arbitra e a quem joga contra eles.
somos melhores, mas isso não basta!
que o Becas me perdoe, mas que las hay, hay! e até já acredito nelas.
CARREGA BENFICA!
terça-feira, 4 de maio de 2010
as pessoas daquele clube não prestam
violência gratuita, autocarro do Benfica apedrejado, adeptos apedrejados, bolas de golfe compradas para serem atiradas, treinador do Benfica a levar com isqueiro, jogadores do Benfica a saírem com os casacos na cabeça para não levarem com mais nada. o ódio visceral que aquela escumalha tem pelo maior clube português e pela melhor equipa da actualidade, e por muito respeito que tenha pelos rivais (verdadeiros rivais), se valerá a pena olhar para o futebol como uma festa.
o meu Pai de 71 anos foi àquele antro de violência e o meu pensamento esteve muitas vezes com ele, a pensar se não lhe acontecia nenhuma coisa.
já fui com rivais à Catedral. claro que não fiquei na zona das claques, mas nunca se coibiram de vestir a camisola dos seus clubes nem de levar o cachecol, mesmo ao lado de sócios fervorosos. nem sequer de comemorarem os golos dos seus clubes.
por uma razão: felizmente não somos contra ninguém. não ficamos contentes com a derrota dos outros porque isso não nos interessa. interessa é que o Benfica ganhe. somos o único clube a que os outros fazem referência quando marcam um golo ou quando sofrem. a culpa é sempre nossa!
aliás, mesmo quando jogamos mal, tal como aconteceu no domingo, a culpa é nossa. e por muito que o olarápio tenha levado a lição bem estudada e tenha condicionado o jogo com cartões perfeitamente azulados, não tenha visto os dois penalties que ficaram por marcar a favor do Benfica, tenha feito vista grossa a um fora-de-jogo no segundo golo, nós somos feitos de outra fibra e, infelizmente, temos de nos resignar com o facto do sistema estar ferido e de querer retomar o seu posto.
mas nada disso nos abalará. mesmo que percamos no próximo domingo - cruzes canhoto, mas isso até pode acontecer - saberemos que a nossa dignidade estará intacta.
no domingo, antes ou depois do jogo, disse ao meu amigo Becas, visitante deste espaço, que o clube dele não prestava. não me referia à instituição em si, naturalmente, mas às pessoas sem escrúpulos, incluindo os dirigentes daquele clube, que pensam viver acima da lei (e vivem mesmo), que não suportam ver os outros ganhar e que não percebem que os ventos estão ao mudar. e, se Deus quiser, mudarão definitivamente no próximo domingo já que na última jornada renasceram das cinzas no estádio do dragão e na pedreira do braguinha...
num outro registo, fiquei tão apreensivo com uma mensagem* que recebi de um conhecido comentador da bola, que estou a pôr em causa a ida. fico à espera do nomeado para decidir.
* rezava assim: "Jesus está na Luz mas Deus está na Sé de Braga".
o meu Pai de 71 anos foi àquele antro de violência e o meu pensamento esteve muitas vezes com ele, a pensar se não lhe acontecia nenhuma coisa.
já fui com rivais à Catedral. claro que não fiquei na zona das claques, mas nunca se coibiram de vestir a camisola dos seus clubes nem de levar o cachecol, mesmo ao lado de sócios fervorosos. nem sequer de comemorarem os golos dos seus clubes.
por uma razão: felizmente não somos contra ninguém. não ficamos contentes com a derrota dos outros porque isso não nos interessa. interessa é que o Benfica ganhe. somos o único clube a que os outros fazem referência quando marcam um golo ou quando sofrem. a culpa é sempre nossa!
aliás, mesmo quando jogamos mal, tal como aconteceu no domingo, a culpa é nossa. e por muito que o olarápio tenha levado a lição bem estudada e tenha condicionado o jogo com cartões perfeitamente azulados, não tenha visto os dois penalties que ficaram por marcar a favor do Benfica, tenha feito vista grossa a um fora-de-jogo no segundo golo, nós somos feitos de outra fibra e, infelizmente, temos de nos resignar com o facto do sistema estar ferido e de querer retomar o seu posto.
mas nada disso nos abalará. mesmo que percamos no próximo domingo - cruzes canhoto, mas isso até pode acontecer - saberemos que a nossa dignidade estará intacta.
no domingo, antes ou depois do jogo, disse ao meu amigo Becas, visitante deste espaço, que o clube dele não prestava. não me referia à instituição em si, naturalmente, mas às pessoas sem escrúpulos, incluindo os dirigentes daquele clube, que pensam viver acima da lei (e vivem mesmo), que não suportam ver os outros ganhar e que não percebem que os ventos estão ao mudar. e, se Deus quiser, mudarão definitivamente no próximo domingo já que na última jornada renasceram das cinzas no estádio do dragão e na pedreira do braguinha...
num outro registo, fiquei tão apreensivo com uma mensagem* que recebi de um conhecido comentador da bola, que estou a pôr em causa a ida. fico à espera do nomeado para decidir.
* rezava assim: "Jesus está na Luz mas Deus está na Sé de Braga".
segunda-feira, 3 de maio de 2010
falta um ponto
ainda falta o mesmo ponto.
o nosso opositor foi melhor e estava a fazer o jogo da vida.
é engraçado que festejaram como se de uma final se tratasse. uma espécie de duelo da segunda circular dos tempos modernos.
a ansiedade matou-nos.
agora resta esperar pelo último jogo.
depois do de hoje (ontem aí), só tinha no pensamento marcar uma viagem para Lisboa.
aí estarei.
o nosso opositor foi melhor e estava a fazer o jogo da vida.
é engraçado que festejaram como se de uma final se tratasse. uma espécie de duelo da segunda circular dos tempos modernos.
a ansiedade matou-nos.
agora resta esperar pelo último jogo.
depois do de hoje (ontem aí), só tinha no pensamento marcar uma viagem para Lisboa.
aí estarei.
sábado, 1 de maio de 2010
haverá coisa melhor que ser do Benfica?
hoje (ontem), 30 de abril de 2010. 7:30 da tarde. preparava-me para sair. sim, aquela coisa de que falei da ansiedade obriga-me a não estar sempre ao pé do poster do Benfica campeão que saíu no Tribuna de Macau em 2005.
alguém do meu escritório me diz: Pedro (é este o meu nome real), podes chegar aqui 2 minutos?
respondi: claro! mas é alguma coisa?
sim, uma prenda, dizem-me do outro lado.
ops, uma prenda? mas não fiz anos? prenda porquê? perguntei... ok, vamos lá a essa prenda.
de um lado ao outro do escritório são uns 15 segundos e meio.
lá fui.
cheguei ao outro lado e vejo um saco que me é familiar. da loja do Benfica. ok, uma chávena com o nome Pedro ou coisa assim.
e, subitamente, sai-me isto.


meus amigos, ele foi pele de galinha, lágrimas nos olhos, tentativas de manter a compostura de quem tem um cargo de chefia. não consegui. ainda as tenho, às lágrimas nos olhos.
na minha frente, e apesar do apelido que não se escreve assim (o que é que isso interessa!!!), estava um postal com dedicatória do Jorge, o Jesus, e o Manto Sagrado assinado pelos nossos Rapazes! por momentos (ganda mentiroso, ainda te estás a sentir!!) senti-me um puto!
obrigado Jorge. obrigado A.. obrigado Pai da A. obrigado Benfica.
um dia conto por que é que esta relíquia me veio ter às mãos, ainda por cima de uma portista, via outro portista, o Pai, e em Macau!
gosto tanto do Sport Lisboa e Benfica!
respondi: claro! mas é alguma coisa?
sim, uma prenda, dizem-me do outro lado.
ops, uma prenda? mas não fiz anos? prenda porquê? perguntei... ok, vamos lá a essa prenda.
de um lado ao outro do escritório são uns 15 segundos e meio.
lá fui.
cheguei ao outro lado e vejo um saco que me é familiar. da loja do Benfica. ok, uma chávena com o nome Pedro ou coisa assim.
e, subitamente, sai-me isto.
meus amigos, ele foi pele de galinha, lágrimas nos olhos, tentativas de manter a compostura de quem tem um cargo de chefia. não consegui. ainda as tenho, às lágrimas nos olhos.
na minha frente, e apesar do apelido que não se escreve assim (o que é que isso interessa!!!), estava um postal com dedicatória do Jorge, o Jesus, e o Manto Sagrado assinado pelos nossos Rapazes! por momentos (ganda mentiroso, ainda te estás a sentir!!) senti-me um puto!
obrigado Jorge. obrigado A.. obrigado Pai da A. obrigado Benfica.
um dia conto por que é que esta relíquia me veio ter às mãos, ainda por cima de uma portista, via outro portista, o Pai, e em Macau!
gosto tanto do Sport Lisboa e Benfica!
sexta-feira, 30 de abril de 2010
ansiedade
esta coisa de ser Benfiquista e estar longe, muito longe, eleva os níveis de ansiedade para níveis nunca antes vistos.
faltam dois dias e parece que nunca mais começa.
ainda por cima amanhã é feriado e não se trabalha.
cenários e mais cenários toldam o pensamento.
CARREGA BENFICA!
faltam dois dias e parece que nunca mais começa.
ainda por cima amanhã é feriado e não se trabalha.
cenários e mais cenários toldam o pensamento.
CARREGA BENFICA!
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