quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

8, número 8


em mandarim a fonética do número 8 (八,捌) é semelhante a prosperidade ou riqueza.

em cantonês ou cantonense, como preferirem, passa-se o mesmo.

quando se juntam dois oitos "88", significa dupla felicidade.

há quem pague fortunas por um número de telefone com muitos oitos.

na China há alguns anos, hoje, um oito a zero, apesar de impossível, dar-me-ia dupla felicidade, ainda para mais se no outro jogo do grupo os gregos empatassem com os alemães.

é impossível? é. mas pode acontecer? pode. é provável? não. mas ainda há esperança? quase nenhuma...

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

sinto-me des...


desanimado
desapontado
desatinado
desfalcado
desintegrado
desarreigado
desarrebitado
desarticulado
desarmonizado
desapurado
desaquecido
desarado
desapaixonado
desgostoso
descostado
desquicado
desaproximado
desreyesado
desaprumado
desaquinhoado
desarmado
desasado
desassenhoreado
desassisado
desaurido
desbagado
descardozado
desastrado...

e por aí fora.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

só este Senhor para me animar (RAP)

"A chama imensa
Benfica TV lidera audiências (em minha casa)
Por

ricardo araújo pereira

NA semana em que o Benfica deu 6 a uma equipa da primeira divisão, o Porto não conseguiu dar mais de 4 a uma da terceira. Começam a ser cansativas estas constantes demonstrações de superioridade. Já agora, se me permitem, gostaria de fazer uma referência muito terna ao speaker que animava o público no estádio do Marítimo, e que, antes do início do jogo, fez por galvanizar os presentes com a divertida referência: «Vamos apostar no número 5, que é um número de que o Benfica não gosta». Como se viu, teria sido mais ajuizado apostar no número 6. O Benfica proporciona situações mesmo giras.

Até a nossa eliminação da Taça de Portugal, sendo embora desagradável, tem marca de campeão. Não só contribui para aumentar a nossa concentração no campeonato como faz ver à TVI que não se brinca com o Benfica. Se é isto que pagam por cada transmissão mais vale ficar em casa. Desta vez boicotámos a flash-interview. Na próxima eliminatória boicotamos o jogo inteiro. Vamos, aliás, boicotá-los todos até à final. Nesta edição da Taça não aparecemos mais, a ver se eles aprendem. E assim, sem termos perdido um único jogo, saímos da Taça com a dignidade dos invictos e ainda ensinamos uma bonita lição a quem tem a desfaçatez de ser forreta tão perto do Natal. Ou muito me engano ou José Eduardo Moniz, na noite da consoada, vai receber uma visitinha do Fantasma do Natal Passado.

Oprincipal facto desportivo da semana que passou é, contudo, o início das emissões regulares da Benfica TV. Como é apropriado, uma vez que lideramos o campeonato, também o nosso canal é líder de audiências — pelo menos em minha casa. Desde que a Benfica TV começou a transmitir 24 horas por dia nunca mais liguei para outro canal. Está sempre qualquer coisa interessante a dar, seja uma entrevista de fundo a um futebolista dos juvenis, seja uma reportagem sobre os mais recentes êxitos do râguebi, seja uma opinião avulsa obtida junto de um adepto que, apesar de estar razoavelmente ébrio, consegue ainda assim proferir palavras de uma sensatez assinalável.

Durante a noite, pelo sim pelo não, deixo a televisão ligada e programo o despertador para acordar de hora a hora, para me certificar que não estou a perder notícias urgentes. Por isso, a Benfica TV é, neste momento, um dos móveis da minha sala. E é, sem dúvida nenhuma, o mais útil.

Pinto da Costa disse que nem toda a gente ficou contente com a vitória do Porto na Liga dos Campeões e, por muito raro que isso possa ser, a afirmação corresponde à verdade. Eu, por exemplo, não fiquei contente. Não gosto de ver crianças a chorar e o facto é que aquela equipa de juvenis do Arsenal abandonou o estádio do Dragão desolada."

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

conselho para o mar

concentração e vontade de vencer.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

JLP

"6-0, 1º lugar
Com uma febre danada e umas dores de cabeça pesadonas como pianos de cauda largados pela janela, só este assunto me arrastaria para a página. Falo, claro, do primeiro lugar do Benfica. E também, já agora, da goleada histórica que demos à equipa de Alberto João Jardim. Uma jornada para emoldurar como inspiração permanente.
Quanto ao primeiro lugar, é o nosso lugar natural, pois, o único em que o Benfica se assemelha a si mesmo. Mas a verdade é que andamos longe dessa “casa própria” há uns tempos, de modo que é normal um certo festejo. Com os pés na terra, mas também sem poupar nas alegrias. Não se trata de xingar os clubes que sofrem lá para baixo na tabela, é só que a tradução benfiquista do dito santoagostiniano, “Homem, torna-te aquilo que és”, merece festança e crónicas exclamativas!
Na Madeira Suazo arrasou. Com aquele estilo de passos certos, nenhum gasto de energia desnecessário, nenhum floreado estapafúrdio, o nosso hondurenho arrasa supermuito. Um jogador à antiga, um cromo sépia, elevação e frases secas, olé. Começou por furar o nulo tenebroso com que começam todas as partidas, fugindo sem medo, tocando a bola ao de leve com a chuteira pensativa – só conseguiram pará-lo com uma ilegalidade. Penálti, tcha-nã. No momento solene da marcação, Reyes morde o lábio, sorri. E a dúvida em grande plano: quem vai levar a melhor, o nervosismo ou a malandragem do craque? Plim, golo – a bola na sombra interior do poste, o cúmulo da pontaria.
Depois é sempre a subir. Nem dá para escrever tudo. Seis golos davam para vários livros, livrões duplos, triplos, à moda russa. Mas não resisto a recontar um pouco mais da Saga de Suazo. (Perdoem-me só uma ligeira interrupção para tomar um remédio antifebres e repetir o resultado histórico: seis-zero, 6-0, seis batatas sem resposta.) Mas, Suazo, dizia. O homem é um astro dos que sabe manter a lucidez da gente normal, boa onda, e isso não há dinheiro que pague. Sim: havemos de ser campeões com suazos destes. A leveza quase distraída com que ele voa para cabecear aquele novo golo! A sabedoria com que ele chuta aquele chuto oblíquo que põe a bola lá no lugar dela, a baliza adversária, onde ela quer viver para sempre.

(no JN de hoje)" ou aqui.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Suazelência

Suazelência
apresento-lhe os meus melhores, mais respeitosos e felizes cumprimentos.
não fiquei contente com o falhanço nos momentos iniciais e, depois, com os outros que Suazelência teve no resto do jogo.
penso mesmo que Suazelência deveria ter saído com um poker do estádio dos barreiros. o resultado ficaria 0-8, que, por acaso, é o que precisamos para passar à fase seguinte da uefa. era uma espécie de ensaio geral para que não dissessem que comprámos os ucranianos.
mas, apesar de tudo, o golo que Suazelência marcou já na segunda parte, deixou-me estarrecido. sem palavras. vergo-me perante a imponência de um monumento ao futebol que só no fifa09 consigo marcar.
está assim desculpado do que fez a um seu servo que, madrugada alta de um dia feriado (já era dia 8 aqui na terra e é feriado como na terra que o acolheu), sofreu naqueles primeiros minutos.
sofreu com o seu falhanço como sofreu com o penalty marcado pelo melhor jogador em campo, também ele majestade, de nome Reyes. aquilo é para parar o coração destroçado pelos últimos resultados!
obrigado às honduras por terem um Rei assim e obrigado ao Benfica por proporcionar momentos como o desta madrugada...

ao contrário do paulo bento, não gosto de falar de arbitragens. no entanto, houve um tal de dias que depois de não ter outra alternativa que não fosse expulsar o guardaneta (estou a gostar muito do sabor castelhano do Glorioso) do club sport marítimo, começou a distribuir cartões à razão da fruta que Sua Majestade, Reyes, apanhava dos maritimistas. o do Ruben é perfeitamente patético e anedótico. como é possível mostrar-se um cartão a um jogador que estava apenas ao pé de um outro que se lesionou sozinho ao pontapear a relva? já na segunda parte, o auxiliar, bandeirinha, para não lhe chamar outro nome, ainda tentou que o tal do dias expulsasse Sua Majestade, Reyes. não conseguiu. deve haver muita azia ali para os lados de s. dias do coroado.

no final, quando já eram 5:15, tive uma sensação de dever cumprido - ter ficado acordado para ver um bom Benfica que goleou à antiga - e um bom prenúncio para um feriado descansado. é que desde que tinha menos 1 ano que o Benfica não ganhava fora de casa por mais de 5. a última grande goleada (0-5?) que me lembro - fora de casa, claro está - (ando com pouca memória) foi uma ao união da madeira na época, salvo erro, de 93-94, onde um dos marcadores foi o ailton...

last but not the least os jornaleiros passaram o fim-de-semana todo a dizer que o terceiro e o quinto classificados estavam a pressionar o Glorioso. o Glorioso respondeu à campeão, digo eu, ou pelo menos à primeiro classificado na liga sagres.

para a semana é a festa da taça. depois daquele golo já no canto do cisne no estádio do mar para o campeonato, temos de mostrar quem é realmente a melhor equipa.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

prato da semana

tem piada e não ofende...
o prato da semana: pato à peQUIM

prognóstico para a última jornada



o adepto esqueceu-se de dizer que os outros dois têm de empatar...

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

a excepção da regra

ao contrário do que tem sido regra em quase todos os jogos desta época, e apesar da transmissão televisiva na rtpi - i.e., sem as paragens do justintv - esta madrugada não vi o jogo.
ainda programei 4:15 no despertador. ainda acordei. ainda pensei o que penso várias vezes quando o maldito do blackberry começa a zurrar: "só mais 15 minutos e já acordo", na esperança de que o Benfica mantivesse, como manteve, a regra de não marcar na primeira parte quando joga na Luz. em regra, este "só mais 15 minutos" é algo que, quase sempre, dura muitos quartos-de-hora. mas não. nada. não acordei.
talvez seja ainda a ressaca de ter estado até às 6 da manhã a ouvir a tragédia grega. ou então por não acreditar genuinamente nesta equipa. bem, eu quero acreditar, mas jogos como o de ontem levam a parte pequena do meu cérebro que funciona a ver o fantasma do engenheiro e do camacho que aparece nos piores pesadelos. e lá se foi a oportunidade de estarmos na frente à décima jornada que, segundo um presidente arguido de um clube do norte, e como tem sido regra, normalmente significa ser campeão em maio. como não há regra sem excepção, tenho fé que vamos ganhar. o problema é que a regra tem sido não ganhar e que o quim está a tornar-se num caso sério de uma regra que oferece golos...
para a semana, jogo muito difícil no estádio dos barreiros. oxalá, nessa altura, esteja a escrever algo diferente... para contrariar as regras.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

tragédia da rua do flores (original de sófocles)

david luiz, sidnei, jorge ribeiro, ajudados por quim, são todos filhos da tragédia que unira mãe e filho, taça uefa e campeonato. após a morte da primeira, quique, de apelido flores, casado com escribá e pai de uma equipa destroçada, conquistara o trono do país. a taça uefa teve um funeral de honra, o sonho europeu foi enterrado, pois era considerado um objectivo menor; o corpo deveria ficar sob o sol, até ser devorado pelos jornais. opondo-se ao rei, Eusébio, a equipa decidiu enterrar mais um pouco da história e pedir a ajuda dos deuses. no entanto, agiu sozinha. quando soube do enterro, ordenaram que fosse descoberto o culpado. caso não fosse encontrado, aquele que lhe enviara a má notícia receberia o castigo. a taça uefa retornou à sepultura, e novamente se finaram as nossas aspirações. diante da opinião pública, quique confessou tudo. a proibição era de vieira, não de costa. vieira ordenou que fosse enterrada viva. alguém tentou tomar seu lugar, mas não conseguiu. escribá, noivo de quique, lembrou-nos a todos que o sábio é aquele que muda de opinião, mas não adiantou. quique não ouviu nem o coro de velhos tebanos nem os indefectíveis que foram ao pireu. o cego, adivinhador, dirigiu-se ao rei, guiado por um garoto e alertou-o sombriamente. naquela altura, já a taça uefa fora enterrada. a equipa, temerosa, dirigiu-se até sua sepultura e deparou-se com uma cena horrenda: as nossas aspirações tinham sido enforcadas. ao seu lado, todos choravam. quando apareceu quique, todos quiseram matá-lo. com ódio, todos decidiram tentar matar os corações dos Benfiquistas. a notícia da tentativa de chacina rapidamente se espalhou pelos quatro cantos do mundo. tudo parecia desgraça; odiámos e utilizámos a arma nefasta da vingança para sermos campeões e perdemos o sonho uefeiro. no final, na versão original de sófocles, diz-se "(...) tudo ao redor de mim era ruína. tudo oscilava. abateu-me um destino implacável."a equipa nasceu da tragédia, mas opusera-se ao ódio. viveu para nos fazer felizes."

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

toda a tranquilidade no pé de Ruben

vitória natural e tranquila da melhor equipa em campo. entrámos, pelo que me foi dado a ver na transmissão aos repelões na net, a todo o gás, com boas iniciativas, sobretudo do Reyes que, quando está em forma, é de facto um jogador fabuloso e que desequilibra as defesas contrárias.
depois, um golo na passada de Ruben Amorim, um caso sério neste Benfica de Quique. o passe do Capitão é magistral e a finalização de compêndio.
confesso que fiquei apreensivo com a equipa inicial. Gilles, sobretudo este, e David Luiz a defesa esquerdo, não auguravam nada de bom. mas Quique, como já aqui disse, é que sabe, e sabe bem!
em 2004-05 comemorei o campeonato aqui em Macau. este ano, se formos campeões, a comemoração será feita em Angola, junto da mais recente aquisição dos palancas jurídicos da terra...
esta semana, tenho a certeza de que o Sport Lisboa e Benfica irá trazer um resultado positivo da grécia.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

a rusga e a lusa

leio no record que "Clube indignado com rusga".
pois bem, quem está indignado sou eu por terem sido supostamente encontradas no Estádio da Luz, armas e droga. gosto muito do colorido das claques. no entanto, se há criminosos que se abrigam nelas - qualquer que seja o clube - então não contem comigo.

leio também que os jornalistas da lusa foram impedidos de entrar no Estádio da Luz. desde quando uma notícia sobre os ordenados dos administradores da sociedade anónima desportiva Sport Lisboa e Benfica que, até ver, ninguém desmentiu, pode servir de desculpa para impedir que os profissionais da lusa possam entrar no Estádio da Luz?

sono, muito sono

consegui mais uma vez ver em óptimas condições o jogo televisionado através da internet. pena é que os comentários fossem em alemão e, quando pus a antena 1, o relato estivesse uns segundos avançado em relação à transmissão online. por falar em antena 1, por muito respeito que os senhores que aí relatam têm de merecer, e por força daquele pormenor a que aludi, i.e., a transmissão radiofónica estar avançada, percebi, uma vez mais, que o que se ouve nem sempre é o que se vê. não raras vezes fiquei preocupado com jogadas do estrela que vieram, via transmissão televisiva, a revelar-se inofensivas. ao invés, muitas vezes o Benfica atacava com perigo e os senhores nada. sempre a cascar no meu querido clube.
quanto ao jogo, e com excepção de alguns pormenores de bom efeito durante a primeira parte, o Benfica entrou apático e com poucas ideias. não percebo por que é que o Tacuara não joga de início na Luz. não percebo por que é que se mudou o sistema. não percebo, nem tenho de perceber. o Quique é que sabe e, até ver, sabe bem!
gostei do sidnei. aquela subida à área contrária, a criar superioridade numérica é de jogador. o Luisão também me parece em boa forma, apesar de ter visto um cartão amarelo escusado logo no início da partida. Quim transmitiu segurança e pena é que não tenhamos um lateral direito com tanto de classe como de raça. pouco depois do golo, deixei-me dormir. já era tarde e como usei aquela função sleep que permite ouvir durante 59 minutos, devo ter passado para o outro lado quando este se finou. mas foi bom acordar sobressaltado, ir ao record online e ver que ganhámos. segue-se a académica fora. para ganhar! digo eu.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

apatia

a apatia com que entrámos na segunda parte, da qual a jogada que dá o canto do primeiro golo é exemplar, demonstra que não temos estofo para uma equipa muito organizada e experiente que fez o seu jogo e foi melhor ao cabo de 90 minutos.
ainda assim, na primeira parte estivemos melhor. lembro-me daquela jogada do nosso Capitão que, fosse ele um matador, e estava lá dentro. preferiu passar. depois o Suazo. grande remate que foi defendido, pareceu-me, pelo guardião turco. fica também na retina aquele pontapé de moinho que é bem defendido pelo de sanctis. foi aí que acabou o fôlego ofensivo.
na segunda parte, apáticos, sem ideias e bem dominados pelos turcos.
uma nota para o miúdo sidnei: tem classe, é verdade, mas deixa o turco sozinho no primeiro golo e no segundo, a par de toda a defesa, pareceu demasiado, lá está, apático.
agora, resta pontuar na grécia e ganhar aos ucranianos na luz, poucos dias antes do natal.
a conferência de imprensa de Quique deixa-me descansado. não arranjou desculpas: azar, falta de sorte, árbitro. os outros foram melhor.

a 1:30 do desafio

tenho fé.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

futebolices

a champions league, competição prestigiada no que ao futebol diz respeito, por vezes, surpreende. como ontem. uma equipa que veste como o celtic de glasgow, mas que não é o celtic, o de glasgow, apurou-se, surpreendentemente, digo eu, dada a qualidade superior dos adversários do grupo, pela primeira vez na sua história para os oitavos-de-final da competição. parabéns a essa equipa e ao seu treinador.
ainda ontem, quando às 5:45 balbuciava, ou tentava balbuciar umas palavras, com o sono a puxar-me cada vez mais para o vale dos lençóis, um senhor chamado hansson, sueco, premiou o "piscinero profissional", como é apelidado no jornal a marca de hoje o capitão do liverpool, assinalando um penalty contra o atlético, quando o que vi claramente visto com estes olhos que a terra há-de comer foi uma falta clara do 8.
o árbitro assistente, que induziu em erro o seu chefe de equipa, acabou por pedir desculpa a pernia, o pobre defesa esquerdo da equipa do simão sabrosa que foi abalroado pelo referido número 8 dos que equipam de encarnado.
hoje, um senhor, ex-árbitro, conhecido adepto de um clube que equipa de azul, convidado para a festa de inauguração do estádio dessa agremiação, ladrão profissional, corrupto, grande apreciador de fruta madura, responsável por roubos de igreja parecidos com o que vi ontem em anfield, invariavelmente a favor dos que equipa(va)m de azul, foi condenado a 20 meses de prisão, com pena suspensa... claro que por um jogo em que não estava envolvida a equipa de azul.

terça-feira, 4 de novembro de 2008